Relações familiares tóxicas


A palavra família vem do latim FAMILIA derivada de FAMULUS ou FAMULI e significa "grupo doméstico" ou o conjunto de propriedades de alguém, incluindo escravos ou servos.  Quem nunca teve uma relação familiar tóxica, que atire a primeira pedra.  É comum ouvir falar das relações entre pais e filhos, tios e sobrinhos, irmão e irmã de maneira desgastada, abusiva, desleal, invasiva ou outros termos que falam da toxidade dos afetos.  Mas como se define uma relação tóxica?

         O filme Savage Grace ( traduzido para o português como Pecados Inocentes ou Desejos Selvagens) de 2007, apresenta  a belíssima  Julliane Moore no papel de Bárbara, a mãe de Tony, vivido pelo talentoso Eddie Redmayne (A Teoria de Tudo). Esta produção cinematográfica,  é um bom exemplo para pensarmos na construção dos hábitos, costumes e ações dentro do sistema familiar, mas devemos ir além. Existem convivências  familiares que ultrapassam os limites da boa relação afetiva e social e podem ser corrosivas ou mortíferas.  Baseado em fatos reais,  Savage Grace,  é o retrato do escândalo da família Baekeland nos anos 70. Está disponível no Youtube com dublagem em espanhol.

         Alguns sinais são notados, e usualmente descritos no atendimento clínico à pessoas que supostamente vivenciam relações familiares tóxicas. Mas outros sinais particulares podem ser vistos. Vamos à alguns:

- Sensação de cansaço extremo no convívio;

- Impossibilidade de ouvir a voz de determinado familiar causando extrema angústia ou agressividade;

- Perceber-se à beira da loucura apenas por um olhar ou a ausência de atenção;

         Família não é e está longe de ser significado de completude, mas podemos nos nutrir de bons afetos dentro deste e/ou  outros grupos que nos acolhem e possibilitam laços vivificantes.

 

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